A sóis.



Perco-me em curvas estreitas,
por pores do sol visito uma lua,
sinto-lhe os mares como se eu fosse Poseidon.

Entro em sintonia com a sua FM.
Sai de cena,
ao tentar matar-te com um cordel.
Você me olhava como rocha,
olhos negros e divinos,
de quem espairecia ouvindo Canto do mundo.
Saímos de sintonia.
vivíamos um sol,
pisávamos em terra liquida.
E no domingo,
só queríamos marte.

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